NOTAS E REFERÊNCIAS

Todas as referências e notas do texto de apresentação se encontram aqui; basta consultar os números espalhados pelo texto.

1. CARVALHO, José Murilo de. D. Pedro II: ser ou não ser. São Paulo: Companhia das Letras, 2007. p. 189.

2. OLIVIERI, Antonio Carlos. Dom Pedro II, Imperador do Brasil. São Paulo: Callis, 1999. p. 44.

3. BARMAN, Roderick J. Citizen Emperor: Pedro II and the Making of Brazil, 1825–1891. Stanford: Stanford University Press, 1999. p. 194.

4. LYRA, Heitor. História de Dom Pedro II (1825–1891): Ascensão (1825–1870). Belo Horizonte: Itatiaia, 1977. Volume 1. p. 166.

5. CARVALHO, José Murilo de. D. Pedro II: ser ou não ser. São Paulo: Companhia das Letras, 2007. p. 136. 

6. ANDRADE, Manuel Correia de. A reforma agrária e os planos regionais. Boletim de Geografia (UEM), Maringá, v.5, n.1, p. 25-30, mar. 1987.

7.  Arábia Saudita, Brunei, Catar, Omã, Suazilândia e Vaticano.

8. Noruega (1° lugar), Suécia (3° lugar), Nova Zelândia (4° lugar), Dinamarca (5° lugar), Canadá (7° lugar), Austrália (9° lugar) e Países Baixos (10° lugar). The Economist Democracy Index 2015.

9. Países Baixos (2° lugar), Noruega (3° lugar), Luxemburgo (4° lugar), Andorra (5° lugar), Liechtenstein (6° lugar), Dinamarca (7° lugar), Nova Zelândia (9° lugar) e Suécia (10° lugar). RSF Press Freedom Index 2014.

10. Dinamarca (1° lugar), Noruega (4° lugar), Canadá (6° lugar), Países Baixos (7° lugar), Nova Zelândia (8° lugar), Austrália (9° lugar) e Suécia (10° lugar). UN World Happiness Report 2016.

11. Ver Art. 5 da Constituição Política do Império do Brasil.

12. Embora o protestantismo tenha chegado ao Brasil ainda no período colonial, a primeira igreja evangélica a chegar ao Brasil Império foi a Luterana, implantada em 1824 pelo pastor Friedrich Osvald Sauerbronnde em Nova Friburgo, no Rio de Janeiro.

13. A primeira onda de imigrantes judeus, vindos depois do período colonial, chegou ao Brasil em 1810, tendo se estabelecido em Belém, onde fundaram em 1824 a mais antiga sinagoga em funcionamento no Brasil.

14. As primeiras manifestações espíritas se deram em 1845, no distrito de Mata de São João, na então Província da Bahia. No dia 17 de setembro de 1865 foi fundado o primeiro centro espírita do país.

15. Dados do site Contas Abertas (http://www.contasabertas.com.br/), obtidos diretamente do Siafi (Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal). Período de Janeiro à Setembro de 2006.

16. Dados obtidos do site oficial da Coroa Britânica (http://www.royal.gov.uk/).

17. Dados obtidos do site oficial da Coroa Dinamarquesa (http://kongehuset.dk/).

18. Dados obtidos do site oficial da Coroa Sueca (http://www.kungahuset.se/).

19. VIANNA, Hélio. História do Brasil: período colonial, monarquia e república. 15° Edição. São Paulo: Melhoramentos, 1994.

20. Revista Veja, São Paulo, ed 2111, ano 42, n. 18, 6 mai. 2009. p. 105.

21. SCANTIMBURGO, João de. O Poder Moderador. São Paulo: Secretaria de Estado da Cultura, 1980. p. 34.

22. BARMAN, Roderick J. Imperador Cidadão. São Paulo: Editora Unesp, 2012. p. 236.

23. Segundo informações da Casa Imperial do Brasil.

24. Relação Atualizada e Revisada dos Tributos em 16 de Setembro de 2014 (http://www.portaltributario.com.br/tributos.htm) e segundo dados da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT).

25. ALMEIDA, Paulo Roberto de. Formação da diplomacia econômica no Brasil. 2° Edição. São Paulo: SENAC, 2001. p. 503.

26. DORATIOTO, Francisco. O conflito com o Paraguai: A grande guerra do Brasil. São Paulo: Ática, 1996. p. 23.

27. Em 12 de setembro de 1854,  através  do  Decreto Imperial  nº 1.428, foi criado o Imperial Instituto dos Meninos Cegos, hoje Instituto Benjamin Constant.

28.   Em 1861, numa iniciativa de conservação pioneira patrocinada por Dom Pedro II, um processo de desapropriação territorial e de reflorestamento  propiciou  a  regeneração  da  vegetação,  que  estivera comprometida pelo desmatamento predatório  -  resultado  de  décadas

de uso irresponsável do solo na cultura do café e produção de carvão.

29. CARVALHO, J. M. A involução da participação eleitoral no Brasil, 1821-1930. In: ________ & CAMPOS, A. P. (org). Perspectivas da cidadania no Brasil Império. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2011. p.37-58.

30. LYRA, Heitor. História de Dom Pedro II: Fastígio. São Paulo: USP, 1977. Volume 2. p. 9.

31. CARVALHO, José Murilo de. D. Pedro II: ser ou não ser. São Paulo: Companhia das Letras, 2007. p. 88.

32. XAVIER, L. B. Revivendo o Brasil-Império. São Paulo: Artpress, 1991. 

33. Machado de Assis na crônica À Opinião Pública, publicada em 5 de Março de 1867 no Diário do Rio de Janeiro.

34. Assim determinou o art. 2 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias da Constituição de 1988.

35. Portal UOL. Copa no Brasil custa mais caro que as três últimas edições somadas. Disponível em: http://bit.ly/1evu0yq.

36. Dois desses projetos absurdos foram as PEC 33 e 37. A primeira pretendia limitar os poderes do Supremo Tribunal Federal (STF), submetendo decisões da Corte ao Congresso Nacional. A outra PEC tinha como objetivo limitar o poder de investigação criminal às polícias federal e civis, retirando esta atribuição de alguns órgãos e, sobretudo, do Ministério Público (MP). Felizmente, devido a imensa pressão popular, ambas foram rejeitadas.

37. Congresso em Foco. No impeachment, só 34 eleitos com os próprios votos. Disponível em: http://bit.ly/1navEtf

38. Ver Lei nº 9.504/1997 e art.17 § 1º da Constituição da República Federativa do Brasil.

39. Trecho de uma carta de Deodoro enviada à seu sobrinho, Clodoaldo da Fonseca, datada de 13 de setembro de 1888.

40.  BARBOSA, Rui. Obras Completas de Rui Barbosa. V. 41, t. 3, 1914. p. 86.

41. Ver Art. 10 da Constituição Política do Império do Brasil.

42. Ver Art. 11 da Carta Constitucional da Monarquia Portuguesa, de 1826.

43. Ver § 14 da Parte II e § 32 da Parte IV da atual Constituição da Dinamarca.

44. Ver Art. 12 e 22 da atual Constituição da Noruega.

45. Ver Art. 62 da atual Constituição da Espanha.

46. CARVALHO, José Murilo de. A Monarquia brasileira. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1993.

47. LYRA, Heitor. História de Dom Pedro II: Fastígio. São Paulo: USP, 1977. Volume 2. p. 161.

48. CARVALHO, José Murilo de. D. Pedro II: ser ou não ser. São Paulo: Companhia das Letras, 2007. p. 131.

49. ______. D. Pedro II: ser ou não ser. São Paulo: Companhia das Letras, 2007. p. 94.

50. DONATO, Hernâni. Brasil 5 séculos. São Paulo: Green Forest do Brasil, 2000. p. 233.

51. NEVES, Lúcia M. B. Pereira das e MACHADO, Humberto Fernandes. O Império do Brasil. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1999. p. 139.

52. Aristides Lobo em artigo publicado em 18 de Novembro de 1889 no Diário Popular.

53. RIBEIRO, Vanise; ANASTASIA, Carla. Encontros com a História. Curitiba: Ed. Positivo, 2006. p. 171.

54. SANTOS, Armando Alexandre dos. A Legitimidade Monárquica no Brasil. São Paulo: Artpress, 1988.

55. Promoveu esta alteração a Emenda Constitucional n° 2 de 25 de agosto de 1992. Veja o texto: https://goo.gl/qkqW9W

56. A censura começou com o Decreto n° 85-A de 23 de dezembro de 1889 (o famigerado "decreto-rolha" de Deodoro), foi consagrada pela Constituição de 1891 (no seu art. 90 § 4°) e confirmada pelas subsequentes constituições republicanas, só caindo em 1988, pela atual Constituição. Para isso, a propósito, contribuiu enormemente um apelo feito por S.A.I.R. o Chefe da Casa Imperial do Brasil, que, em carta aberta aos Constituintes, apontou a incoerência que seria manter, ainda mais naquele contexto de abertura política, o "apartheid" ideológico contra os monarquistas.

57. ABREU, Marcelo; LAGO, Luiz. A economia brasileira no Império, 1822-1889. Rio de Janeiro: Departamento de Economia da PUC-Rio, 2010.

DIGA SIM A MONARQUIA PARLAMENTARISTA!       2013 - 2020

 /DIGASIMAMONARQUIA              /SIMAMONARQUIA             /DIGASIMAMONARQUIA